Rui Mendes
Redator de preparação para emergências · Portugal
Escrevo sobre preparação para emergências há oito anos. Vivo na região Centro de Portugal, a zona atingida pelos grandes incêndios de 2017. Aqui falo do que testei e vivi na primeira pessoa — não de cenários apocalípticos abstratos.
Porque escrevo sobre preparação para emergências
Em outubro de 2017, os incêndios florestais varreram a região Centro de Portugal em poucas horas: fumo denso durante dias, estradas cortadas e falhas de energia em várias localidades. Quem estava preparado geriu a situação; quem não estava ficou dependente do que conseguia encontrar à pressa. Desde então não escrevo sobre cenários apocalípticos abstratos, mas sobre as situações que em Portugal acontecem mesmo: incêndios, sismos, cheias e apagões.
A minha experiência
- Incêndios florestais de outubro de 2017 na região Centro: dias de fumo denso, estradas cortadas e falhas de energia vividos de perto
- Vários cortes de energia geridos em casa com reserva de água, power station e rádio a manivela
- Mochila de emergência de 72 h e reserva doméstica para a família desde 2018 — revisão a cada três meses
- Trabalho com fontes oficiais: Proteção Civil (ANEPC), IPMA, Cruz Vermelha Portuguesa e SNS 24
Qualificações
- Formação em primeiros socorros (Cruz Vermelha Portuguesa)
- Recomendações baseadas na Proteção Civil (ANEPC), IPMA e Cruz Vermelha Portuguesa
- Mais de 50 produtos de emergência testados em condições reais
Fontes e metodologia
Verifico cada recomendação com as fontes oficiais — a Proteção Civil (ANEPC), o IPMA para o risco meteorológico e sísmico, a Cruz Vermelha Portuguesa e o SNS 24 para a parte de saúde. Os produtos testo-os eu próprio durante várias semanas em condições reais antes de os mencionar. O que não tive em mãos, não recomendo.
Mais sobre o PlanoRefúgio
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